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Arquiteta brasileira assina projeto de museu em Paris
27-06-2018
Arquitetura e Urbanismo
Inaugurado no início deste mês no centro histórico de Nimes, o Musée de la Romanité tem projeto de 9 mil m² de Elizabeth de Portzamparc

A responsabilidade ia além de conceber o importante Musée de laA responsabilidade ia além de conceber o importante Musée de la Romanité, em Nimes, França. O detalhe – imenso, por sinal – estava na localização cônica, a vizinhança da famosa Arena de Nimes, anfiteatro romano do ano 27 a.C., obra de perfeita simetria ao longo de seus 133 m de comprimento. Como colocar lado a lado e em harmonia novo e antigo? O projeto coube à Elizabeth de Portzamparc, arquiteta carioca radicada na França desde 1969. “O concurso da prefeitura da cidade pedia claramente uma resposta contemporânea à arena. Eu a analisei profundamente e me perguntei como exaltar os 21 séculos de história que separariam as duas obras. Uma arquitetura leve, possibilitada pela tecnologia atual, pareceu-me evidente”, diz Elizabeth. A proposta escolhida preserva franca relação com o entorno. “De um lado, vemos o volume circular bem ancorado no solo e, do outro, o bloco quadrado que parece levitar, envelopado por uma toga de vidro plissada”, compara a arquiteta. Lá dentro, estão hospedadas 5 mil peças arqueológicas de três grandes períodos: gaulês (pré-romano), romano e medieval. Romanité, em Nimes, França. O detalhe – imenso, por sinal – estava na localização cônica, a vizinhança da famosa Arena de Nimes, anfiteatro romano do ano 27 a.C., obra de perfeita simetria ao longo de seus 133 m de comprimento. Como colocar lado a lado e em harmonia novo e antigo? O projeto coube à Elizabeth de Portzamparc, arquiteta carioca radicada na França desde 1969. “O concurso da prefeitura da cidade pedia claramente uma resposta contemporânea à arena. Eu a analisei profundamente e me perguntei como exaltar os 21 séculos de história que separariam as duas obras. Uma arquitetura leve, possibilitada pela tecnologia atual, pareceu-me evidente”, diz Elizabeth. A proposta escolhida preserva franca relação com o entorno. “De um lado, vemos o volume circular bem ancorado no solo e, do outro, o bloco quadrado que parece levitar, envelopado por uma toga de vidro plissada”, compara a arquiteta. Lá dentro, estão hospedadas 5 mil peças arqueológicas de três grandes períodos: gaulês (pré-romano), romano e medieval.



 

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